NODEX
O navegador que recebe também distribui.
Cache P2P entre navegadores. Ciphertext permanece autenticado, peers servem por WebRTC e a invalidação percorre a malha por gossip. A origem deixa de ser o primeiro reflexo e passa a ser o último recurso.
A origem deixa de carregar tudo.
NodeX mantém uma única autoridade de sequência, mas distribui o trabalho de leitura. O conteúdo armazenado pelo peer é ciphertext; a validade viaja junto da chave lógica e da sequência.
Vários centros. Uma matéria operacional.
O halo não substitui o core: três rotas de peers permanecem fora da matéria e distribuem dados em pacotes cyan. Um commit parte da autoridade, percorre as rotas nos dois sentidos e transmite a invalidação até a malha esfriar.
guarda e serve ciphertext; nunca recebe a chave em claro
sequencia autoridade e assume o fallback raro
propaga invalidação com TTL, fanout e deduplicação
Leitura rápida. Frescor explícito.
O caminho de leitura tenta o mais próximo antes da origem. O caminho de invalidação faz o oposto: parte da sequência autoritativa e se espalha até o limite declarado. Nenhum estado permanece fresco por suposição.
O protótipo termina onde a evidência termina.
O comportamento está validado em loopback local. WAN, NAT real, móvel e distância geográfica ainda são hipóteses de engenharia. NodeX declara esse perímetro antes de reivindicar escala.
- +cache cifrado AES-GCM-256
- +peer fetch e fallback local
- +gossip TTL 5 · fanout 3 · dedup LRU 1000
- +178 testes unitários + 56 de navegador
- −WAN e latência fora do loopback
- −NAT real, TURN e redes restritas
- −dispositivos móveis sob pressão de memória
- −distância geográfica e churn prolongado
Distribuição resiliente como comportamento, não como diagrama.
PESQUISA LOCAL · CIPHERTEXT AUTENTICADO · FALLBACK CONTROLADO · LIMITES DECLARADOS